Mário Costa Mano (1890-1982) – um fotógrafo amador | Mês da Fotografia
Atualizado em 01-09-202324 de novembro | sábado | 15h00 | Espaço Memória
Dar a conhecer Fotógrafos do Barreiro: Mário Costa Mano (1890-1982) – um fotógrafo amador
Apresentação de Fernando da Motta
ENTRADA LIVRE
O nome da família Costa Mano cruza-se com a história do Barreiro desde os finais do século XIX…
O Espaço Memória, na sua valência do Arquivo Municipal, guarda um espólio constituído por 79 fotografias e 40 negativos em vidro com imagens do Barreiro do início do século XX e de pessoas individuais, levando-nos a conhecer não só ruas antigas em terra batida e edifícios já desaparecidos ou alterados, bem como as festas, os convívios familiares, o vestuário, etc.
O autor das imagens foi Mário da Costa Mano, filho de José Maria da Costa Mano, o «Zé do Café», com casa e loja comercial na Rua Aguiar. Em 1908, foi oferecida a Mário da Costa Mano, ainda adolescente, uma máquina fotográfica. Foi com esta máquina de negativos de vidro que começou a registar para posteridade muitas imagens do Barreiro do seu tempo.
Em 1917, Mário da Costa Mano casou com Laurinda Baptista dos Santos, de cujo casamento nasceram as filhas Maria Esperança e Maria Olga. A 8 de maio de 1982, com quase 93 anos faleceu no Barreiro.
Foi a sua filha, entretanto também já falecida, Maria Olga Costa Mano que, consciente do valor patrimonial das imagens do seu pai, faz a doação destas fotografias à autarquia em 2007.
Venha conhecer o Barreiro do princípio do século XX e relembrar ou descobrir algumas das imagens deste fotógrafo que, ao longo da sua vida, teve em Augusto Cabrita um amigo e admirador que dizia: «No Barreiro, antes de Augusto Cabrita, houve Mário da Costa Mano!».