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Dia Mundial dos Direitos do Consumidor | O consumo e a gente miúda

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08 Março 2016

Esta informação - do Centro de Informação Autárquico ao Consumidor - é para todos, sobretudo se tem crianças ou jovens ou se com eles convive, na qualidade de pais, avós, tios ou amigos.

Somos todos consumidores e grande parte dos nossos atos diários são práticas de consumo, apesar de não termos consciência.

O consumo é o último elo da cadeia económica. São os consumidores  que acabam por determinar, quais os bens e serviços que têm ou não sucesso no mercado.

Adquirimos produtos, utilizamos água, gastamos eletricidade e gás natural, pagamos seguros e prestações relacionadas com as nossas necessidades. Utilizamos os transportes públicos e também os táxis, que nos levam de forma mais rápida ao local desejado. Sentamo-nos a uma mesa de café ou de restaurante e ordenamos com base no menu que nos apresentam. Adquirimos bilhete para o cinema, para o teatro ou para um concerto e, fazemo-lo via eletrónica.

A busca de informação sobre os inúmeros produtos e serviços existentes no mercado e as suas formas de venda, exige reflexão sobre determinados conceitos, tais como, a sua utilidade em termos de qualidade de vida, consequências ambientais, gestão de orçamentos sem cair em endividamentos …

Vivemos numa cultura de massas, definidos pelo consumo de imagens, regulados pelos inúmeros intermediários das transações da informação, incitados pelas vedetas das indústrias de entretenimento e mediatizados pela publicidade.

São realizados estudos com o interesse particular em saber como, porquê e onde as crianças e jovens se transformam em membros economicamente ativos da sociedade.

Os profissionais da comunicação querem entender como se desencadeia a aprendizagem de competências de conhecimentos e atitudes relacionados com o consumo. Estes profissionais recorrem a outros profissionais, competentíssimos em investigar como se relacionam os jovens com as politicas públicas. Conhecem os objetivos dos fabricantes, procuram perceber o papel dos pais e da classe social, a natureza das conversas com os familiares, como são inculcados os hábitos e os valores predominantes da cultura, quais as influências indiretas e o papel dos colegas e amigos.

É com estes estudos que se pode vir a conhecer o que leva as crianças e os jovens a consumir, como limitam os comportamentos parentais, como posteriormente adquire um entendimento elementar dos processos de mercado, aumentando o poder de seletividade, etc.

A Educação do Consumidor deve estimular as capacidades de analisar os mecanismos da sociedade de consumo, eventualmente refletindo sobre os  modos de vida, permitindo a todos serem não só simples consumidores como cidadãos ativos e responsáveis.

De acordo com um estudo recente da Comissão Europeia, um consumidor vulnerável é alguém que está em maior risco de sofrer os resultados negativos do mercado; Tem uma capacidade limitada para maximizar o seu bem-estar; tem dificuldade em obter ou assimilar informações; é menos capaz de comprar, escolher ou aceder a produtos adequados e/ou está mais suscetível a determinadas práticas de marketing.

Neste estudo, que poderá ser consultado em http://ec.europa.eu/justice/newsroom/consumer-marketing/news/160223_en.htm é dada especial atenção para os desafios no ambiente online, bem como para os setores das finanças e da energia.

 

GAM – Gabinete de Apoio ao Municipe

CIAC – Centro de Informação Autárquico ao Consumidor

Telefone: 212068052

E-mail: CIAC@cm-barreiro.pt

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