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A Criatividade em Equipa

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18 Dezembro 2015

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz, é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história…”

Citando “Fernando Pessoa”

A criatividade é uma arma de combate para a sobrevivência dos seres vivos, quer à escala animal, quer à escala humana.
Na escala humana, as fases de conquista pela sobrevivência ocorrem na história sócio económica, mas sobretudo na história industrial e tecnológica.

O ser humano, através da sua criatividade, tem vindo a aperfeiçoar e a inovar os fundamentos da sua sobrevivência. Da alimentação natural aos produtos transgénicos; da tanga à moda do vestuário; das pomadas e infusões feitas pelos feiticeiros ou xamãs à medicina moderna; da caverna à casa moderna decorada e eletrónica. Na atividade de lazer, nos transportes na educação, enfim a vida humana é um exercício contínuo de criatividade. Este exercício dentro da história, obriga a que todos sejam competitivos, a desenvolver o seu potencial criativo e a adquirirem consciência de novas ferramentas de criatividade que nos impulsionem na discussão da obra. A isto se chama Criatividade em Equipa.
Esta forma criativa expressa por uma organização, equipa ou grupo, geralmente surge da interação de um grupo com o exterior ou de interações dentro do próprio grupo.
O objetivo principal é a otimização de processos ou a criação de produtos e de serviços.

Na organização moderna, a criatividade em equipa é o caminho mais curto e célere para a modernização e atualização dos seus diversos métodos de gestão e de produção.
Os estudiosos destas matérias, são da opinião que o potencial criativo humano tenha início na infância. Neste estágio, quando as crianças são elogiadas pelas suas iniciativas criativas e incentivadas, tendem a ser adultos ousados com propensão a agirem de forma inovadora.

Quando as pessoas sabem que as suas ações são valorizadas, tendem a criar mais. O medo do novo, o apego aos paradigmas, são formas de consolidar o status quo.
Quando as pessoas sentem que não estão sob ameaça, como por exemplo, de perder o emprego ou até mesmo de serem ridicularizadas, perdem o medo de inovar de propor e de revelar as suas habilidades criativas.

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