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Caracterização do Concelho

Caracterização

Com uma área de 36.41 Km2, o Barreiro tem, de acordo com os Censos de 2011, 78.764 habitantes.

Integrado no Distrito de Setúbal, o Concelho do Barreiro, pertencente à designada Área Metropolitana de Lisboa, localiza-se na margem Sul do Estuário do Rio Tejo.

É constituído pela União das freguesias do Alto do Seixalinho, Santo André e Verderena; pela União das Freguesias do Barreiro e Lavradio; pela União das Freguesias de Palhais e Coina e pela Freguesia de Santo António da Charneca.

A cidade do Barreiro apresenta uma posição estratégica enquanto banhada pelo Tejo e apoiada por um importante terminal rodo-ferro-fluvial. Situa-se a cerca de 40 km de Lisboa – ligando a esta cidade pela Ponte 25 de Abril ou pela Ponte Vasco da Gama – e a cerca de 35 km de Setúbal, capital de distrito, cujo acesso mais destacado é pela A2.

Concelho do Barreiro

Dentro de um Distrito com uma população relativamente jovem, em termos comparativos com os valores médios do Continente, o Concelho do Barreiro apresenta uma relação de dependência total cifrada em 34,4 e a dos idosos em 19,4.

Em relação ao índice atual de envelhecimento (129.2) verifica-se um crescimento significativo quando comparado com os resultados de anos anteriores – 33.8 em 1981 e 60.2 em 1991. As classes mais jovens estão muito contraídas, acusando os baixos níveis de natalidade que entretanto se começaram a observar. O progressivo envelhecimento da população desta área parece inevitável.

Em traços gerais pode-se dizer que o Concelho do Barreiro experimentou, até ao final da década de setenta, um rápido crescimento demográfico e que, desde então, a população registou um crescimento moderado. A partir dos anos oitenta assiste-se mesmo a uma pequena regressão demográfica.

O Distrito de Setúbal tem uma área de 5.064 Km2 de superfície, distribuída por 13 concelhos: Alcácer do Sal; Alcochete; Almada; Barreiro; Grândola; Moita; Montijo; Palmela; Santiago do Cacém; Seixal; Sesimbra; Setúbal e Sines. Em 1991, a sua população total era de 712 594 habitantes e, atualmente, é de 784.571.

A proximidade dos nove Concelhos da Península de Setúbal (Alcochete; Almada; Barreiro; Moita; Montijo; Palmela; Seixal, Sesimbra e Setúbal) com Lisboa promove os fenómenos de aglomeração próprios das áreas urbanas.

Em 1991, a população ascendia a 640 493 habitantes, cerca de 10% mais que em 1981 e, atualmente, residem na Península de Setúbal 714.589 pessoas.

Região de Lisboa e Vale do Tejo

A Região de Lisboa e Vale do Tejo – RLVT, é uma Região de Polarização Metropolitana, de dimensão média em termos europeus. Pelos seus recursos naturais e produtivos, pela sua natureza de região-capital e dimensão económica, e pela sua privilegiada inserção geo-estratégica, a RLVT é o motor do desenvolvimento do país e, potencialmente, uma das regiões europeias mais atrativas e competitivas.

Em 2001, a RLVT tinha cerca de 3,5 milhões de habitantes, verificando-se um aumento de 5,4% relativamente a 1991.

No seio da Região, este crescimento populacional revelou-se mais forte nos concelhos que constituem uma segunda coroa exterior a Lisboa e no concelho do Entroncamento, não sendo extensível a todos os concelhos da Região. Assistiu-se a decréscimos populacionais nos concelhos localizados mais a leste, em alguns concelhos mais urbanos, como Lisboa, Amadora e Barreiro, e, ainda, nos concelhos da Nazaré e Óbidos (sub-região Oeste). Em 2001, a RLVT tinha 1.717.934 alojamentos e 721.868 edifícios. Na última década intercensitária, o número de alojamentos cresceu 19,1%, em particular nos concelhos suburbanos da AML (Sintra, Cascais, Seixal e Almada).

Na última década, houve um forte incremento no acesso à habitação própria. A taxa de cobertura dos alojamentos ao nível da eletricidade, água e esgotos está muito próxima da totalidade.


Os indicadores considerados comprovam que a Região praticamente terminou o ciclo de cobertura universal no domínio das infra-estruturas básicas.

Em termos económicos, os sectores mais dinâmicos da RLVT são:

  • Atividades imobiliárias e construção;
  • Atividades financeiras e serviços;
  • Turismo e lazer;
  • Agro-indústrias;
  • Indústria automóvel;
  • Transportes e comunicações.
Fonte:

Publicação disponível no site http://www.ccdr-lvt.pt

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