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Belmiro Ferreira

AlburricaBelmiro Ferreira nasceu em 1912. Operário têxtil na CUF e músico da SIRB “Os Penicheiros”. Diz quem o ouviu, que dos melhores. Tornou-se pintor com cerca de 70 anos. Pintou o Barreiro dos anos 20, o Barreiro da sua juventude. O Barreiro que guardava nas suas memórias. Com uma pintura realista, vulgo naïf, Belmiro deixou-nos retratos vivos da nossa terra. Um contributo enorme para a história da nossa terra e dos barreirenses.

Em 1994, a Câmara Municipal do Barreiro adquiriu ao autor quarenta pinturas de acrílico sobre madeira, devidamente emolduradas.

As quatro pinturas de Belmiro Ferreira, com exceção da Ponte do Seixal que apenas existe na memória dos mais velhos, uma vez que derrubada por um cargueiro e não mais reconstruida, são imagens bem vivas e presentes. São ex-libris para todos os barreirenses.
Alburrica, foi pintada numa perspetiva onde se podem identificar não só os três moinhos de vento, como ainda os dois moinhos de maré. Em terra e no rio diversas embarcações. Em primeiro plano, um Varino navega ao sabor do vento.
Na pintura da Caldeira podemos observar a referida, com os moinhos de maré à direita. Á esquerda, a Igreja de Nª Srª do Rosário. Ao fundo a saudosa ponte para o Seixal.
O Moinho do James, mostra-nos a hoje denominada Avenida Bento Gonçalves, ainda sem a edificação da muralha. Podem ainda ver-se as Ruas Marquês de Pombal, a Almirante Reis e Cons. Joaquim António de Aguiar. É ainda visível, a Torre do Relógio da Igreja de Nª Senhora do Rosário.

Caldeira

Moinho do James

Ponte do Seixal

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