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Barreiro vai ter infraestrutura para Depósito e Transformação de Bivalves do Tejo

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A Ministra do Mar esteve, na manhã de sexta-feira, 30 de junho, no Barreiro onde foi assinado um protocolo que viabilizará a construção no Concelho de uma infraestrutura para “Depósito e Transformação de Bivalves do Tejo”. Esta infraestrutura, instalada numa área de 12 mil hectares, cujo período máximo de construção é de um ano, tem um investimento estimado entre 1,2 e 1,4 milhões de euros, 75 % dos quais comparticipados.

 

“É uma boa e importante medida, para complementar outras”, disse o Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, no Espaço Memória, onde foi firmado o documento. Carlos Humberto de Carvalho referiu que esta infraestrutura permitirá a “regulação da apanha de bivalves”, contribuindo, assim, para combater a atividade ilícita nesta área e permitindo a “melhoria do aproveitamento do estuário do Tejo”.

 

“Este é o primeiro passo para a reindustrialização do Barreiro, na Área da Economia do Mar”, afirmou a Ministra do Mar. O protocolo, explicou, permitirá enquadrar o que se pretende realizar. “Agora é fazer acontecer”, algo que considerou “de importância crucial para as comunidades que vivem no Tejo” – “muito vasta”, reconheceu.

Trata-se da primeira unidade em Portugal que permitirá transformar os bivalves (amêijoa-japonesa) de modo e poderem ser consumidos. Os benefícios deste protocolo serão, segundo Ana Paula Vitorino, visíveis ao nível da saúde pública permitindo, inclusive, aumentar a comunidade de apanhadores de bivalves. E pressupõe também um maior acompanhamento das águas que, disse, “não é coisa menor”.

“Esta pequena iniciativa dá passos gigantescos na resolução de problemas em múltiplas áreas”, sublinhou, nomeadamente social e económica.

A integração do Município permitirá, de acordo com Ana Paula Vitorino, uma “gestão de proximidade”, enfatizando como “fundamental a presença do Município neste protocolo, inédito em Portugal”.

 

Assinaram o protocolo, homologado por Ana Paula Vitorino, além do Presidente da CMB, o Presidente do Conselho Diretivo do IPMA, Miguel Miranda, o Diretor Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, José Simão, a Presidente do Conselho de Administração (CA) da Administração do Porto de Lisboa, Lídia Sequeira, e a Presidente e o Vogal do CA da Docapesca – Portos e Lotas, Teresa Coelho e Sérgio Faias.

 

A Sessão incluiu uma visita ao local de implementação da infraestrutura.

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